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 Supermédio Positivo é Top10

Na tarde de terça-feira, 02/10, os melhores alunos de 1º e 2º ano, do Supermédio, receberam o certificado e a camiseta comemorativa Top10, em reconhecimento aos excelentes desempenhos nos simulados durante o ano de 2018. 

Reconhecimento merecido, já que a rotina de estudos dessas turmas é bem mais puxada que o normal. Pela manhã, aulas regulares, e à tarde a experiência se amplia com conteúdos avançados, além de um período reservado para que cada um encontre o seu jeito de estudar. O projeto conta com o apoio de professores e da Direção do Colégio e do Curso Positivo que, com sua experiência, qualificam os alunos para responder a questões exigentes dos vestibulares mais concorridos.

A proposta do Supermédio Positivo é preparar bem os alunos para o vestibular desde cedo, mas com uma condição: que eles estejam dispostos a isso. É o que explica o professor Renato Ribas Vaz, um dos fundadores do Curso Positivo: "para alguns vestibulares não basta que o aluno faça um curso regular para que ele chegue na prova altamente preparado então, nós precisamos dar algo a mais, e esse algo a mais precisa, obviamente, que o aluno absorva essa ideia, que ele compre essa ideia e com isso ele consiga melhorar a sua performance no vestibular". Para o diretor das sedes do Curso Positivo e idealizador do projeto, Alceu Gnoatto, a ideia é ir além da escola tradicional, promovendo gradativamente esse aluno de Ensino Médio em um vestibulando: "o material é pensado para que a transição entre uma série e outra seja mais leve, de modo que no primeiro ano, são propostos 10 exercícios por dia, no segundo 15 e no terceiro 30, para que não haja uma mudança tão brusca", explica.

O professor de física do Curso Positivo e do Supermédio, Luiz Fernando Cordeiro, que acompanha de perto a evolução dos alunos, pode citar vários casos que superaram as expectativas, como o aluno Gilson Fartyia Jr., aprovado em 1º lugar em Odontologia na UFPR, antes de completar 17 anos. 

A capacidade de ter autonomia nos estudos e de mapear provas de vestibular para ganhar tempo na resolução, são habilidades desenvolvidas no Supermédio diariamente, o que Cordeiro considera fundamental: "eles podem estudar de diversas maneiras: em grupo, usando computadores e outros preferem o silêncio. Além disso, todos os dias têm no mínimo três professores assistentes para tirar dúvidas de diversas matérias, um dia é matemática, física e química, outro dia é história, geografia e língua portuguesa, variando para que ao final da semana ele tenha tirado todas as suas dúvidas e assim estar evoluindo, crescendo, melhorando a qualidade de seu conhecimento constantemente". 

Aluna do Supermédio desde o primeiro ano, Maria Vitória Ravachi, 16, quer ser médica e sabe que a concorrência é alta, mas revela que sentiu certa tranquilidade na prova da Universidade Positivo, realizada no último dia 30/09. Para ela, a decisão de juntar-se ao Supermédio partiu da sugestão dos pais em um primeiro momento: "Meus pais disseram que isso iria me ajudar nos estudos, então decidi focar no meu futuro enquanto estou terminando o Ensino Médio e está sendo muito bom". Cauê Vieira dos Santos também já sabe o que quer. Seu objetivo é cursar Direito em uma universidade renomada e diz que a convivência com os professores do cursinho motiva a turma ainda mais: "A gente já pode ver o ritmo do cursinho desde agora. Então, estamos sendo preparados para entrar no Terceirão com outra visão sobre estudos e vestibular", completa. 

A demanda do mercado de trabalho por pessoas com altas qualificações técnicas e profissionais, além das melhores rendas associadas a mais educação, mostra que o ingresso à graduação de qualidade só tende a crescer. Segundo dados divulgados pelo Censo da Educação Superior, entre 2001 e 2015, as matrículas nos cursos superiores passaram de 3 para quase 8 milhões. O impacto da alta concorrência já está preocupando os mais jovens, que se dedicam ao máximo para entrar na universidade o quanto antes. O professor de química, do Curso Positivo e do Supermédio, Pedro Alvarez Mateos, defende que a pressão é positiva, mas que a escola e a família precisam ficar atentas a todos os aspectos que envolvem uma imersão profunda nos estudos: "a vida moderna está impondo essa concorrência e hoje vemos meninos e meninas de 15 e 16 anos se sentindo pressionados pelo futuro. Então isso tem que começar cada vez mais cedo, a ter responsabilidades e assumir alguns compromissos para os quais eles não têm muita estrutura. Por conta disso, a escola tem que ter um grupo de pessoas cuidando desses alunos nos bastidores, que é o trabalho que fazemos aqui, junto com os psicólogos e toda a parte diretiva que é para encaminhar o aluno da melhor forma possível, para que essas pressões psicológicas sejam minimizadas. Acabar não dá, mas minimizar é possível", diz.     

A preparação de um aluno para ingressar em uma universidade federal, no curso de Medicina, por exemplo, pode durar três anos ou mais, já que a média de acertos em uma prova deve ser maior do que 80%. Enfrentar uma concorrência com mais de 70 candidatos por vaga não é uma tarefa fácil, mas quanto antes o aluno souber o que quer e o que precisa para chegar lá, todos saem ganhando: o aluno, a escola e a família.   

      

 

Novidade para 2019

Inicialmente criado para atender aos alunos da sede do Colégio Positivo Ângelo Sampaio, voltada para turmas de 1º e 2º ano, o Supermédio passa a atender alunos da sede Jardim Ambientalpara o início do próximo ano letivo. Mais informações poderão ser obtidas diretamente no setor de matrícula das sedes.